Esse blog é sobre a história da minha família, o meu objetivo é desvendar as origens dela através de um levantamento sistemático dos meus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares. Até agora sei que pertenço as seguintes famílias (nomes que por vezes são escritos de forma diferente): Ramos, Oliveira, Gordiano, Cedraz, Cunha, Carvalho, Araújo, Nunes, Almeida, Gonçalves, Senna, Sena, Sousa, Pinto, Silva, Carneiro, Ferreira, Santos, Lima, Correia, Mascarenhas, Pereira, Rodrigues, Calixto, Maya, Motta…


Alguns sobrenomes religiosos que foram usados por algumas das mulheres da minha família: Jesus, Espirito-Santo...


Caso alguém tenha alguma informação, fotos, documentos antigos relacionado a família é só entrar em contato comigo.


Além desse blog também montei uma árvore genealógica, mas essa só pode ser vista por pessoas que façam parte dela. Se você faz, e gostaria de ter acesso a ela, entre em contato comigo.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Fotos de Família

 

Algumas fotos que encontrei nas coisas dos meus avós…

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Acima: Foto de Berinho (Truelios Calixto da Cunha), filho de Ernesto Calixto da Cunha. Essa foto foi tirada antes dele ir para a Segunda Guerra Mundial, ele foi para a Itália, mas se feriu logo que chegou lá. Depois de ferido ele ficou por lá como reserva e aproveitou para viajar. Ele na verdade só se alistou para ir para a Guerra porque queria conhecer a Europa e viajar.

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Acima: João José de Oliveira (Nenezinho), em um dos muitos batizados em que foi Padrinho

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Acima: João José de Oliveira (Nenezinho)

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Acima: Eduardo Cedraz de Oliveira em sua bicicletinha. Minha avó me contou que todo mundo queria andar na bicicletinha dele, por isso ele passou a esconder ela em cima da farmácia de meu avô, até que a farmácia pegou fogo e ele perdeu a bicicletinha.

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Acima: Creio que essa foto foi tirada na frente da casa de Pai Nenê (José João de Oliveira), em Valente. Não tenho muita certeza quem são todos os meninos, mas meu pai (Zenóbio Cedraz) me disse que ele é o segundo da esquerda para a direita.

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Acima: A foto é muito pequena para identificar quem está nela, mas meu pai disse que ele está na foto.

terça-feira, 17 de junho de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

Casamento Zenobio e Sirleide

 

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“… Certifico que … consta o termo … do casamento de Zenobio Cedraz Oliveira com Sirleide Ramos Cunha que passou a adotar o nome de Sirleide Ramos Cunha Oliveira, realizado a 12 de janeiro de 1980, perante o padre Antonio Helmendi, celebrado nesta capital…”

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sábado, 5 de abril de 2014

Meu tempo de turista (4)

 

USA – 1998/1999

Em 1998, eu estava morando na Inglaterra. Nas férias do fim do ano fui para os Estados Unidos com minha família. Ficamos em um dos hotéis do complexo Disney.

Compramos walkie-talkies, um ficava com os pais o outro com os filhos, assim eles faziam o que eles queriam e nós também.

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Mariana e Luana (eu)

Foi bom viajar com meus primos, mas ficamos juntos só em Orlando mesmo. Depois de Orlando eu, meu pai, minha mãe e Mariana seguimos para Atlanta. Meu pai tinha ido para Atlanta um ou dois anos antes, para um treinamento da Budweiser e adorou, então ele fez questão que fossemos para lá. Fomos na Vila Olímpica, fábrica da Coca-Cola, sede da CNN… Não foi ruim, mas não é exatamente o que eu gosto de visitar.

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Mariana e Luana (eu)

De Atlanta seguimos para Nova Iorque. Chegamos dia 31 de Dezembro e nosso hotel ficava na Times Square, as ruas já estavam fechadas para a festa e o taxi teve que nos deixar algumas quadras de distância do hotel, tivemos que ir caminhando com as malas, foi uma maratona, especialmente por causa do frio.

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Mariana, Sirleide e Luana

Não saímos muito do hotel pois o frio estava terrível, nunca senti tanto frio na minha vida (e olhe que peguei –30 graus na Transilvânia) e só estava 0 graus em Nova Iorque. O que tornava a temperatura tão terrível era o vento, que estava tão forte que dificultava até abrir a porta para sair do hotel, parecia que ia carregar a gente. Não pretendo voltar a Nova Iorque nessa época.

Quando fomos na Estátua da Liberdade, meu pai saltou direto do barco para o banheiro da lanchonete, tirou os sapatos, ligou o aquecedor de mãos e foi aquecer os pés, ficou lá até a hora do barco ir embora, não saiu nem para tirar uma foto. Quando fomos nas torres gêmeas eu fui a única a ter coragem de ir para na parte descoberta, mas tenho que confessar que o frio/vento estava de arrepiar, mas valeu a pena pela vista.

sábado, 15 de março de 2014

Meu tempo de turista (2)

 

Estou colocando minhas historias aqui no blog. Se alguém da família quiser mandar suas proprias histórias ou “causos de família” é só me mandar por e-mail.

Brasil/Paraguay/Argentina – 1995

Fiquei na dúvida se iria colocar essa viagem aqui porque não sei se realmente conta como uma viagem internacional. Eu, minha irmã, meu pai e minha mãe fomos para uma conferência da Antarctica em Foz do Iguaçu (meu pai era revendedor, ele teve duas revendedoras, a DISBEC e a DIBECOL, as duas fecharam com a venda da Antactica para a Ambev), e rodamos um pouco por lá. Fomos algumas vezes a Ciudad del Leste – Paraguay, para fazer compras e também fomos a uma cidade Argentina na fronteira (não me lembro o nome) para comprar casacos de couro pois, de acordo com meu pai, os da Argentina eram melhores. Eu e minha irmã compramos um conjunto de saia e casaco de couro preto.

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Luana, Mariana e Sirleide

Eu tenho algumas histórias para contar dessa viagem… Estão vendo esse feixe de luz laranja na foto? Pois é, eu tinha ganho uma câmera nova no ano anterior e tinha o maior cuidado com ela, nessa viagem meu pai tinha comprado uma câmera nova pra ele a prova dágua, mas não sei porque não quiz levar em uma das vezes que fomos as cataratas, só eu levei a minha. Minha irmã querida, a quem eu odiava na época, queria porque queria tirar uma foto naquelas passarelas perto das cataratas, eu disse que não, porque estava respingando, ela, como toda irmã mais nova irritante (te adoro tá Mari!), foi reclamar com minha mãe, minha mãe é claro, mandou eu entregar a câmera pra minha irmã. Dito e feito, molhou a máquina e acabou queimando várias fotos do filme, as que não queimaram ficaram com esses raios laranjas.

Detalhe: Essa era minha segunda máquina, a primeira perdi porque minha irmã querida derrubou ela dentro da piscina.

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Mariana, Zenobio, Sirleide e Luana

Outra história dessa viagem, novamente envolvendo máquina fotográfica, foi quando fomos em um monumento com a bandeira dos três países (Argentina, Brasil e Paraguay). Eu, minha mãe e minha irmã, ficamos no monumento e meu pai se afastou para tirar a foto com a maquina nova dele. Demorou, demorou, e nada dele tirar a foto, comecei a reclamar da demora e ele disse que não estava conseguindo ver direito, que tinha alguma coisa errada com a máquina pois a imagem estava muito pequena no visor. Quando eu olhei pra máquina eu sentei no chão e comecei a dar risada, ninguém entendeu nada, falei pra minha mãe olhar como meu pai estava segurando a máquina, ela e Mariana também cairam na risada, ele continuou sem entender. Deixa eu colocar desse jeito, se ele tivesse apertado o botão para tirar a foto, a foto seria do nariz dele! Ele pediu que gente não contass para ninguém, que iam chamar ele de tabareu, nós como boas filhas, contamos para todos os amigos e colegas dele! E agora estou postando na internet!

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Zenobio, Luana e Mariana

Foi uma viagem divertida, quando fomos no Macuco Safari (passeio de barco pelas cataratas), ficamos amigos de uns portugueses, que chegaram a nos visitar algumas vezes, ficando inclusive hospedados lá em casa. Mas até hoje não perdoei Mariana pela máquina, ela ainda está me devendo uma!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Convite de Casamento Sirleide e Zenobio


Local: Igreja da Ordem Terceira do Carmo, Salvador-BA
Data: 12 de Janeiro de 1980

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A Ordem Terceira do Carmo instalou-se na Bahia em 1636. A igreja começou a ser construída em 1644. A Irmandade foi reconhecida por bula papal em 1695, com o nome deVenerável Ordem Terceira da Mãe Santíssima e Soberana Senhora do Monte do Carmo. A igreja foi reformada em 1731, mas um incêndio destruiu quase tudo, em 1788. Salvaram-se as imagens as imagens de N. Sra. do Carmo e as componentes do grupo da Paixão.
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domingo, 29 de setembro de 2013

Meus Bisavós

Quando eu era pequena, as fotos vinham reveladas de uma forma diferente. Na folha de cada foto vinha uma foto grande (quadrada ou retangular) com duas miniaturas da foto ao lado da grande. Se recortava as fotos maiores para por no album e sobravam as pequenas. Tenho uma caixa cheia dessas fotos em miniatura. Encontrei essas dos meus bisavós e resolvi postar aqui.

Abaixo: Pequeno Cedraz, Idália,  Luana (bebê) e Daniella. 1981

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Abaixo: Sinalva, Almira, Sineide e Luana (bêbe)

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Abaixo: Sirleide, Almira, Sineide e Luana (bêbe)

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Abaixo: Almira e Luana (bêbe)

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Abaixo: Almira (não sei quem está ao lado dela)

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Abaixo: Zenobio, Emilia e Luana

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Abaixo: Emilia e Luana

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Abaixo: José João, Emilia e Luana

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

88 Anos Nenenzinho

Domingo, dia 21 de Abril de 2013

Familia reunida para comemorar os 88 anos de João José de Oliveira (Nenezinho) em Guarajuba.

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João José de Oliveira

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Zenobio Cedraz Oliveira e Mariá Cedraz de Oliveira

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domingo, 7 de abril de 2013

60 Anos Zenobio Cedraz

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Hoje (07/04/2013) é o aniversário de 60 anos de Zenobio Cedraz. Comemorado com um almoço em família.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Criação de Jumentos e Muares

No tempo em que só havia como meio de transporte de mercadorias e de pessoas a estrada de ferro de ia de Salvador à Juazeiro da Bahia, viveu o Sr. José João de Oliveira. Era um tempo em que mercadorias chegavam as cidades onde haviam estações de trem e de lá iam para as outras cidades da região, transportadas em carro de boi ou lombo de burro. A demanda de animais para fazer esse transporte era grande, foi aí que José João de Oliveira, mais conhecido como "Pai Nenê", um comerciante com visão, que tinha bons relacionamentos com as firmas de Salvador, que abasteciam o interior do estado (desde ferragens a tecidos e medicamentos), viu uma grande oportunidade.

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Percebendo que os caixeiros viajantes faziam somente as rotas da estrada de ferro, pois não havia transporte para outras cidades, já que na época não havia estradas e muito menos automóveis e caminhões para se viajar nelas, José João decidiu fazer tropas de burros e mulas para alugar às firmas de Salvador e seus representantes, os caixeiros viajantes, para percorrerem outras cidades do interior que não estavam na rota da estrada de ferro. O transporte da estrada de ferro na cidade de Serrinha até a Chapada Diamantina, por exemplo, era toda feita por José João, que possuia várias tropas e que viajavam por todo o alto Sertão, chegando a fazer viagens até São Raimundo Nonato no Piauí. Como era difícil encontrar na região animais bons, pois o jumento nordestino (o jerico) era a única raça disponivel e não produziam animais de porte e qualidade, José João, em 1930-1932, resolveu comprar um jumento de fora, para produzir animais melhores para as suas tropas. Ele acabou comprando um jumento a Francisco Rocha Pires (Vice-Governador da Bahia), da cidade de Jacobina, que era o grande criador de jumentos Pêga da Bahia, junto com a Fazenda Mocó do Governo do Estado da Bahia.

Entrevista de Nenezinho ao Globo Rural em 2010

O Pêga antigamente na Bahia era considerado uma atração, pois não havia na região animais daquele tamanho, qualidade e beleza, dentre outras vantagens. Foi isso que atraiu João José Oliveira, mais conhecido como Nenezinho, a ir mais longe que seu pai (José João) e começar um plantel de Jumentos Pêga em 1962/63.

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Por sorte, como diz Nenezinho, a fazenda Mocó se desfez do seu plantel, e como não haviam compradores para esses animais na região, eles venderam a um amigo de seu Nenezinho um grande número de animais. Em uma exposição em Rui Barbosa onde esse amigo tinha fazenda, os dois se encontraram e seu Nenezinho se ofereceu para comprar alguns animais, como o amigo disse que ele podia ir na fazenda e escolher o que quizesse, imediatamente, antes que o amigo desistisse, João José de Oliveira pegou a caminhonete e foi na fazenda e escolheu cinco das melhores fêmeas que tinham na tropa que o amigo tinha arrematado na fazenda Mocó.


Em seguida foi na fazenda Mocó e conseguiu comprar um reprodutor antes que a Mocó vendesse o restante dos animais, aproveitando também para comprar mais matrizes para complementar o plantel.


Até hoje João José se preocupa em manter o antigo padrão da Fazenda Mocó, e cremos que somente ele tenha ainda o sangue fechado da Mocó. Isso porque, quando o Governo do Estado resolveu acabar com a Fazenda Mocó (durante o governo de Valdir Pires), boa parte dos animais foram vendidos aos paulistas e mineiros, não ficou quase nada aqui na Bahia.

 

Na época em que houve uma grande queda na procura por jumentos pêga, vários criadores sairam do ramo, João José se desanimou, no entanto, por apreciar muito a raça e por utilizar os animais nas suas fazendas, manteve seu plantel. Como ele mesmo diz, foi uma época que jumento não valia nada, nem cigano queria.


Mas essa fase passou e o comércio aqueceu, foi aí que Zenóbio Cedraz Oliveira, filho de João José de Oliveira resolveu seguir a tradição da família e passou a criar jumentos também. Zenóbio recebeu alguns animais de seu pai para começar essa criação e já está entre os maiores e melhores criatórios do país. Hoje, pai e filho contam com mais de 150 matrizes.

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O jumento sempre foi um animal de sela no nordeste, tudo era feito no jumento. Ele era a peça principal da casa e portanto toda casa de fazenda do nordeste tinha um jumento de bom andamento. Com isso, aconteceu uma seleção natural para essa aptidão. Mas o que existia aqui no nordeste era o jumento nordestino (jegue/jerico), e como Zenóbio já tinham essa cultura, desde seus avós, que jumento é animal de sela, ele foi buscar essa aptidão no pêga, assim como seu pai também tinha feito.

 

Partindo da base genética de seu Nenezinho, Zenóbio, que de acordo com seu pai é muito afoito, viajou o Brasil todo a procura de jumentos de andamento excepcional para montar o seu plantel. Ele e o pai foram buscar o animal de andamento no pêga, enquanto no resto do país jumentos eram vendidos pela beleza, no palco de leilões e exposições, só mostrando a cabeça e a orelha. Só no nordeste havia um costume antigo de se montar em jumentos, por isso a Bahia sempre teve boas mulas de sela.

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Em 2010, João José de Oliveira recebeu uma homenagem da ABCJPêga pelos serviços prestados em prol da raça Pêga.