Esse blog é sobre a história da minha família, o meu objetivo é desvendar as origens dela através de um levantamento sistemático dos meus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares. Até agora sei que pertenço as seguintes famílias (nomes que por vezes são escritos de forma diferente): Ramos, Oliveira, Gordiano, Cedraz, Cunha, Carvalho, Araújo, Nunes, Almeida, Gonçalves, Senna, Sena, Sousa, Pinto, Silva, Carneiro, Ferreira, Santos, Lima, Correia, Mascarenhas, Pereira, Rodrigues, Calixto, Maya, Motta…


Alguns sobrenomes religiosos que foram usados por algumas das mulheres da minha família: Jesus, Espirito-Santo...


Caso alguém tenha alguma informação, fotos, documentos antigos relacionado a família é só entrar em contato comigo.


Além desse blog também montei uma árvore genealógica, mas essa só pode ser vista por pessoas que façam parte dela. Se você faz, e gostaria de ter acesso a ela, entre em contato comigo.

domingo, 27 de setembro de 2015

Família de Ascelina Araújo e Gregório Amâncio

Foto do início do Século XX.

Da esquerda para a direita Orádia, Osvaldina ( sentada ), Acelina, Gregório Amâncio, em seu colo Olga, Osvaldo (sentado), Oldack, Odete (atrás de Gregório).

Familia Ascelina

Fonte: Facebook de Marialva Amâncio Carneiro de Carvalho

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

História de Serrinha

 

Serrinha teve como seus primeiro habintantes os indíos da nação Cariri. Entretanto, foi a chegada do português Bernardo da Silva, comandante de uma expedição da colonização portuguesa, em 1715, que a organização urbana da cidade se deu. Assim, foi iniciada a construção de uma capela sob a inovação da Senhora Santana.


A capela era filiada a freguesia de São João de Água Fria. Nesse tempo o povoado já possuía 16 casas cobertas de telhas e servia de pousada para visitantes, comerciantes e lojas de tropeiros que se destinavam ao Rio São Francisco.


Em 1 de junho de 1838, a lei número 67 criou o Distrito de Paz de Serrinha e levou a capela à categoria, com paróquia própria, pelo Arcebispo D. Romualdo Antônio Seixas. Em 24 de outubro de 1763 foi nomeado capelão o Pe. Antônio Manuel de Oliveira. A igreja Matriz de Serrinha foi concluída em 1780 e possui uma inscrição de mármore no frontefício com os seguintes dizeres:


"Louvado seja o Santíssimo Sacramento e a imaculada conceição da Virgem Nossa Senhora concebida sem pecado original"


Presume-se que o ano de 1646 tenha sido o início da catequese dos índios Biritingas que dominavam a região.


Pela Lei Provincial número 1.069 de 13 de junho de 1876, foi o Arraial de Serrinha elevado à categoria de Vila e criado o Município de Serrinha, com território desmembrado do município de Purificação dos Campos, sendo inaugurado a 11 de janeiro de 1877.


A Vila de Serrinha recebeu foros de "cidade" pelo Ato Estadual de 30 de junho de 1981, assiando pelo Barão de Lucena, fato que constou da data de 4 de junho de 1891 do Conselho Municipal de Serrinha.


A instalação solene da cidade ocorreu em 30 de agosto de 1891 segundo consta a ata do Conselho Municipal de Serrinha do referido dia. Mais de um século decorrido do município de Serrinha vai avançando no seu crescimento e desenvolvimento.

Fonte: http://www.serrinha.ba.gov.br

domingo, 6 de setembro de 2015

Bodas de Ouro – Ernesto e Theodolina

 

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Igreja Matriz de Conceição do Coité. Bodas de Ouro de Ernesto Calixto da Cunha e Theodolina Ramos da Cunha.

Theodolina nasceu em 24 de Agosto de 1894, era filha de Antonio Nunes Gordiano e Ana Bernardina de Jesus

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Maia - Maya

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História


Nome de raízes toponímicas, tirado que foi da terra da Maia, o antigo domínio da linhagem desta designação, é possível que os descendentes de alguns dos ramos daquela o tenham vindo a tomar como apelido. Eram os «da Maia» uma linhagem das mais preclaras e remotas origens, ainda altimedievais, tendo vindo a recair a sua primogenitura, bem como os seus principais bens patrimoniais na linhagem dos «de Riba-de-Vizela», pelo casamento do chefe destes com a filha herdeira do daqueles. E como foram os Melos que vieram a representar a primogenitura dos «de Riba-de-Vizela», foram também eles que passaram a representar a linhagem dos «da Maia». Deste modo a chefia de ambas, bem como a dos Melos, caíu na Casa dos Condes desta designação e, hoje, na dos Condes de Mangualde.


Ainda durante a Idade Média, no entanto, a descendência secundogénita dos «da Maia», conservando nalguns casos a categoria nobiliárquica de Ricos-homens e certas parcelas dos antigos bens senhoriais da linhagem, deu origem a família que transformaram a designação daquela em apelido. Assim, no Livro do Armeiro-Mor atribuem-se a uma família (?) da Maia umas armas que deverão provir do «sinal» pré-heráldico da antiga linhagem.


A história da linhagem, segundo Francisco António Dória ("Lendas, Mitos'' em "Convergência: Ensaios em Homenagem a Emmanuel Carneiro Leão no seu 70o. Aniversário", Sette Letras, 1999) começa com com a lenda do Rei Ramiro ou lenda da Miragaia, ou lenda da família da Maia, que conta a história das origens de uma família de infanções cujas terras se situavam nos arredores do Porto. Foram os padroeiros do mosteiro de Santo Tirso de Ribadave, fundado em 978 pelo primeiro antepassado documentado dessa família, um moçárabe (isto é, árabe cristianizado), Abunazar Lovesendes.


Na lenda, o infanção Abunazar torna-se no infante Dom Alboazar Ramires, filho, que não o foi, de Ramiro II, rei de Leão: "O dito D. Ramiro roubou D. Ortiga, irmãa de Alboazar Abuzadão Sr. de Gaya the Santarem, e bisneta de [rei] Aboali a qual pela sua rara formosura obrigou ao do. Rey D. Ramiro a pedilla pa. cazar com ella, q lhe foi negada, dizendo-lhe Alboazar q a ley dos Christaons não premetia ter mais q hua mulher de q resultou o do. roubo, e sentido Alboazar do dito roubo sabendo onde D. Ramiro tinha deixado sua molher em q.to se devertia com D. Ortiga a foi tãobem Roubar, e levou para Gaya, e o q sabendo o Rey D. Ramiro, cobrio as suas fragatas de pano verde, e se veyo meter sem ser percebido em S. João da Foz q entam tinha muytos arvoredos, e pella sua industria se meteo no Palacio [de Alboazar] e fallou com sua mulher pa. ver como a havia de tirar do poder de Alboazar deixando ordem aa sua escolta pa. q ouvindo tocar uma corneta q levou lhe acudissem, e como sua m.er allem de queixosa estava namorada de Alboazar o fichou em Caza pa. o entregar aa morte, de q escapou dizendo [Rei Ramiro] a Alboazar q hia ali pagar seu pecado, e roubo de sua irmãa, mas q o seu comfessor lhe dissera q pa. ser perdoado o do. seu crime havia de morrer afrontozam.te diante do povo a tocar em aquella corneta the arrebentar, no q conveyo Alboazar, para o q lhe mandou fazer hum poste no meyo da Praça alto, e delle se poz a tocar a cujo toque acodindo a sua gente matarão todos os Mouros e trocerão a Raynha, q mandou D. Ramiro atar a hua moo, e lançar no Rio, e dipois recebeu D. Ortuga, de q teve o infante D. Alboazar Ramires.


Outras variantes dizem que D. Ortiga, ou Ortega (isto é, urtiga), se chamava Zara antes do batismo. A lenda é fascinante, porque Ramiro II (c. 900-951) dominou os territórios que constituem hoje Portugal, entre 920 e 930, e foi depois rei de Leão e é personagem documentadíssima. E o rei Aboali é, com certeza, Abdallah, emir de Córdova (844-912) que ascendeu ao emirado em 888. Isso tudo, no prólogo à genealogia dos Coelhos, no autor setecentista Felgueiras Gayo.


Que mais nos diz no começo da história dos da Maia: o Livro de Linhagens do Conde D. Po. [Pedro] principia esta familia em D. Ramiro 2o. de Leãm q roubando hua Moura q poz o nome no batismo Ortiga irmãa de Albuaçar Albocadão Sr. da terra de Gaya a the Santarem, e filha de D. Çadãoçada, e bisneta de ElRey Aboali, com a qual D. Ortiga cazou dipois da morte de sua m.er..."


Em resumo, a lenda conta que Ramiro II trai a mulher, Aldara, com uma moura, Zara ou Ortega, de família nobre (é descendente dos Omíadas de Córdova, parentes do próprio Profeta do Islão. Aldara vinga-se traindo Ramiro com o mouro, e é morta por isso. Ramiro II sai sem punições ou penas, e casa com a moura Ortega, de quem deixa um filho, Dom Alboazar Ramires.
Ramiro II teve por primeira mulher a Ausenda Guterres, filha do conde Guterre Osores, e neta materna de Hermenegildo Guterres, o grande presor de Coimbra. Tiveram quatro filhos: Bermudo, que morre adolescente; Ordonho, depois rei Ordonho III de Leão, e mais dois que desaparecem da história. O casamento dura uns dez anos, pois Ausenda Guterres é repudiada por volta de 930, e naõ mais se sabe dela. Ramiro volta a casar ainda duas vezes, com uma infanta de Navarra e com uma certa Urraca, ou Teresa.
Por que foi repudiada Ausenda Guterres? Não por infertilidade. A lenda do Rei Ramiro sugere que Ausenda Guterres, grande senhora, filha e neta de magnatas, tinha traído o rei.


Se narrativas lendárias são como sonhos, nelas então ocorrem inversões e mecanismos compensatórios. Ramiro II trai Aldara, sua mulher na lenda. Ela dá o troco, e é punida. E se esta sentença refletir, com sinal contrário, o que de facto aconteceu? Ramiro II traído pela mulher, Ausenda?


Na busca pelo que existe de histórico e de fantástico (se é que podemos separar uma coisa da outra) nessa narrativa fascinante encontramos de súbito um tesouro: os arquivos do mosteiro de Lorvão, publicados há século e meio por Alexandre Herculano nos seus "Portugaliae Monumenta Historica, Diplomata et Chartae". As cartas de Lorvão formam a parte mais antiga do acervo. E neles comparecem quase todos os personagens da lenda do Rei Ramiro. Zahadon e sua mulher, Aragunte, junto a Cresconio e a mulher, Smelilo e ainda Bermudo, herdeiros de um certo Fromarico (decerto pai dos que têm nome visigodo, Aragunte, Cresconio e Bermudo) vendem a Gondemiro (que, aprendemos depois, se chamava Gondemiro iben Dauti) e a sua mulher Susana, partes da Vila de Albalat na região de Coimbra. Testemunhas do acto? Ramiro II; seu filho Bermudo; a condessa Ilduara (lembram-se de "Aldara", a mulher de Ramiro na lenda?), os condes Ximeno Dias e Froila Guterres. Escritura de venda de gente poderosa, com o testemunho das gentes mais poderosas da terra, o rei, o príncipe, e membros da família de Hermenegildo Guterres, senhores da região de Coimbra.


Coincidência? Um documento (DC 47) de 938, trata da doação de um moinho, na vila de Ançã, feita pela condessa Ilduara a Gondemiro iben Dauti e a sua mulher Susana. A relação das testemunhas repete, na mesma ordem, o fragmento da genealogia que nos é trazida na lenda: Alboazar filho de D. Zadão Zada, filho de Zada... [Abd al?] Nazar, test.; Zahadon, test.; Zahad, test. Zahadon aparece como presbiter, mas isso não lhe indica um status de eclesiástico. (Ainda que Zahad signifique "ermitão", e Zahadon, "referente ao ermitão") Presbiter era apenas alguém ligado a uma comunidade monástica, e essa família com certeza tinha padroado sobre Lorvão, pelas doações que faz ao mosteiro (DC 68, de 954).


Rodrigo, também conhecido como Abu al-Mundhir, e sua mulher Coraxia, legam ao mosteiro de Lorvão várias vilas, entre as quais Tentúgal, além de outros bens. E vejam-se os nomes dos confirmantes: Walid, Abdallah (Hadella), Abd al-Malik, Ubayd'Allah (Abobadella), Zahadon... Al-Mundhir é o nome do emir de Córdova que morreu na guerra contra Ibn Hafsun em 888; irmão de Abdallah, este, já dissemos, nascido em 844 e falecido em 912, de quem a a genealogia, muito com certeza verdadeira, que está embutida na lenda, diz, descende essa gente de moçárabes com nome de emires, califas, e mais pessoas da família do Profeta.


Por que verdadeira a genealogia? Porque encontramos nos documentos, nos períodos correctos, consistentemente, os personagens da linhagem de Zara.
Por que não seria verdadeira essa linhagem omíada desta família dos Zahads e Zahadons, família obviamente de alta hierarquia? Mas veja-se ainda o que dizemos em seguida:


A lenda do rei Ramiro procura esclarecer-nos sobre as origens da família da Maia, cujo primeiro antepassado documentado é certo Abunazar Lovesendes, fundador do mosteiro de Santo Tirso de Ribadave em 978. A lenda faz do rei Ramiro II pai deste Abunazar, o que é impossível pela cronologia, já que Ramiro morreu em 951, e pelo patronímico, pois o pai de Abunazar chamava-se Lovesendo, e não Ramiro. Segundo a lenda, a família da Maia descenderia do adultério de Ramiro com uma princesa moura: Abunazar ganha na lenda uma ascendência real, da mais alta nobreza, por seu pai e por sua mãe.
Mas, notemos o seguinte: quando esta lenda se fixa por escrito nos livros de linhagens, o árabe é o inimigo subjugado. A conquista do Algarve fora feita nos fins do século XIII por Afonso III. A lenda conta uma ascendência ilustre dos senhores da Maia na família real do inimigo, inimigo político e religioso. Numa família real que se aparentava ao próprio fundador da religião adversária.


Ramiro II parece que entra na lenda como um contrapeso ideológico. Mas notemos que há vínculos indirectos, indícios que mostram vínculos, entre a família da Maia, em fins do século X, e a família do conde de Coimbra, Hermenegildo Guterres. Uma das filhas de Abunazar Lovesendes tem o nome Ausenda como a mulher repudiada de Ramiro II. Um dos filhos de Abunazar, de quem aliás descenderá outro personagem lendário português, Egas Moniz o Aio, é Ermígio. Forma rara do nome Hermenegildo (mais comum é o vernáculo Mendo, ou Mem), aliás frequente e só encontrada nessa família dos da Maia.
Há mais evidências: no século XI, Soeiro Mendes da Maia, dito o bom, litiga nos tribunais contra os herdeiros de certo Froila Cresconiz, que, sempre pela raridade do nome, parece ser filho do Cresconio cunhado de Zahadon e irmão de Aragunte, mulher de Zahadon.


O que aconteceu, na história, no concreto, nunca se saberá ao certo. Mas o seguinte cenário (cenário, deixo claro) parece explicar a narrativa lendária. Ausenda, rainha de Leão e mulher de Ramiro II, comete adultério. É, por isso, repudiada. (Não deve ter sido morta; sua família era poderosa demais.) Do filho adulterino, Lovesendo (compare-se a desinência -sind, Ausenda, Lovesendo), que se casa com a filha de Zahadon, nasce Abunazar Lovesendes, primeiro senhor das terras da Maia.


Para que a lenda? Para mascarar as origens adulterinas e heréticas de uma família que será tão poderosa. Cujos descendentes, muitissimamente numerosos hoje em dia, todos compartilham, ainda que muito, muito longe, do sangue dos Omíadas e de seu parentesco ao Profeta do Islão".


Armas
De vermelho, uma águia de negro. Sabe-se, no entanto, que os «da Maia» usavam por armas um enxaquetado de ouro e vermelho.

Fonte: http://www.myheritage.com.br/photo-2526851_164025811_164025811/brasaoarmas-escudo-maia

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Fotos Antigas de Serrinha

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A futura Praça com o seu terreno delimitado por muro e os lindos casarios serrinhenses...

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Foto do mesmo local que a anterior visualizando os sobrados e parte da praça...

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A Igreja Matriz com o Cruzeiro e o Coreto original. Ao lado da Igreja a Prefeitura Municipal.

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Mesmo local de outro ângulo...

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Foto do dia da inauguração da praça Luiz Nogueira em 1919, no fim do primeiro mandato de dois anos do Intendente Luiz Nogueira...

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A mesma rua da praça... Entrada para a rua da Estação...

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Trecho da antiga Praça Manoel Vitorino- hoje Luís Nogueira... Anoitecendo e o acendedor de lampiões, Alexandre Menezes, acendendo o lampião defronte ao sobrado do Intendente Luis Noguieira.

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Outro trecho da praça que foi Manoel Vitorino e hoje é Luiz Nogueira

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Mesma rua vista de outro ângulo... Começando pelo Armarinho e loja de Zefredo Mota...

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Mesma rua vista de cima da sorveteria Casablanca-largo Manoel Vitorino

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O famoso Beco da Lama

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Mercado Municipal

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Carro de bois defronte da casa de Bráulio Franco

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Rua da Estação

Fonte: https://www.facebook.com/pages/Serrinha-Nossa-Terra-Amada/153524938030414

sábado, 22 de agosto de 2015

Bodas de Ouro - Antônio Calixto da Cunha

 

Na Foto, Teócrito Calixto da Cunha e Teognes Calixto da Cunha.

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Fonte: Facebook Maciel Mascarenhas

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Brasão da Família Silva

 

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O sobrenome Silva, vem do latim, quesignifica selva, floresta e/ou bosque. As referencias mais antigas do nome são da época do reino dos Godos, em que o nome foi adotado por alguns príncipes. O nome é logicamente de origem toponímica, mais provavelmente de uma região chamada Torre de Silva, perto de Valença, em Portugal, porém existem muitas outras regiões na Espanha e em Portugal com este nome.


Apesar de remotas, o uso sobrenome Silva tem origens no Reino de Leão, e por isso seu brasão de armas faz referencia a ele, sendo um leão purpura armado e lampassado de vermelho ou azul, sobre um campo prata.
No Brasil o sobrenome foi adotado por muitos escravos e também por pessoas que buscavam passar por anônimas.

Fonte: http://historicobrasaodefamiliass.blogspot.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Lei n 539 - 1855

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Fonte: Copilação: em indice alfabetico, de todas as leis provinciases da Bahia, regulamentos e actos do Governo para execução das mesmas, desde 1835, primeiro anno em que funccionou a nossa Assemblea, até hoje - Antonio da Rocha Vianna

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Brasão da Família Santos

 

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O sobrenome Santos vem do latim sanctorum, que significa santo, o sobrenome é uma referência ao dia de todos os santos, por isso existe uma variação do nome em todos os países europeus de predominância católica, segundo a tradição da época era costume levar o nome do santo que é celebrado no dia do nascimento, daí o surgimento do nome Santos, sendo um tipo de abreviação para todos os santos, existem variações do sobrenome em Portugal, dentre elas as mais comuns são: Santeiro, Santo, Santero entre outros.

O apelido Santos é mais antigo que o Reino de Portugal, e já era usado nos reinos medievais católicos da península ibérica, Alguns acreditam que as primeiras famílias a usar nome Santos como sobrenome em Portugal eram de imigrantes espanhóis vindos da Andaluzia, provavelmente fugindo das opressões mouras.

Fonte: http://historicobrasaodefamiliass.blogspot.com.br

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Sobrenome Carvalho

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Por Ana Carolina Rebêlo Campos de Carvalho & Ana Claudia Carvalho Carino de Melo

A origem e a história da Família CARVALHO

Carvalho

Origem.

O sobrenome Carvalho é frequente em Portugal, onde há várias famílias, não necessariamente relacionadas, com esse apelido/sobrenome.

A mais ilustre Família portuguesa com este sobrenome e varonia talvez seja a do Marquês de Pombal, ainda que não tenha, porventura, a chefia da antiga Família Carvalho portuguesa.

Outra corrente diz que se trata de um Sobrenome de origem portuguesa, classificado como um toponímico, o qual é de origem geográfica. Existem registros deste sobrenome em Portugal desde o século XII. Em antigos registros consta como Carvalio.

A família Carvalho tem solar no antigo Morgado de Carvalho, em terra de Coimbra fundado por D. Bartolomeu Domingues, Concelho de Penacova, nas famosas serras do Carvalho, pai de D. Soeiro Gomes de Carvalho. O primeiro Carvalho que se destacou deve ter sido uma pessoa que residia próximo a um carvalho que deveria servir de referencia na região ou pelos atributos da planta em comparação ao indivíduo.

Aqueles do século XIV, membros da honorável casa dos CARVALHO, viveram no tempo em que uma das maiores façanhas das armas da história de Portugal teve lugar, a saber, a batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, próxima da assim denominada cidade, localizada no centro de Portugal.

O rei castelhano, Juan I, reclamava a coroa de Portugal. A grande maioria dos portugueses, incluindo muitos dos patrióticos membros da família Carvalho, não estavam dispostos a aceitar um rei castelhano, razão pela qual escolheram como seu líder a João de Aviz, que se iriam juntar à luta que estava para vir por Nuno Alvares Pereira, o "Condestável".

Juan I invadiu Portugal confiante no valor de seu exército, que contava com vinte e dois mil cavaleiros e soldados, e esperava o apoio de nobres portugueses que o tinham como legítimo herdeiro. Ao contrário, João, que tinha sido proclamado rei de Portugal há apenas quatro meses atrás, estava apto para reunir tão somente uns meros sete mil homens.

Não obstante, a prestígio do Chefe Pereira, ganho através de suas vitórias em incursões do ano precedente, inspirou entre a milícia de seus comandados e soldados, os quais podem ter incluído heróicos membros da família CARVALHO, a garantia da necessidade de uma condição de vitória. Uma vez que a direção dos castelhanos tornou-se clara, Pereira propôs um plano que acarretaria no bloqueio das linhas inimigas em avanço e, então, procederia a ofensiva, tendo manejado seus inimigos em terrenos que anularia a vantagem numérica dos invasores.

A despeito da desconfiança de alguns comandantes portugueses em adotar uma estratégia agressiva contra um oponente numericamente superior, o ritmo dos acontecimentos tiveram poucas alternativas para escolha de ações e os ainda indecisos foram forçados a seguir o audacioso desígnio do Condestável, que saiu de Abrantes com o exército levantado e seguiu para Comar. Os portugueses procederam para prevenir o avanço dos castelhanos em Lisboa e Pereira colocou suas forças numa colina defensiva ao norte e a oito quilômetros ao sul de Leiria. Alí, com encostas ásperas para ambos os lados, a posição defensiva tinha a vantagem da inclinação sobre o campo do atacante.

Os cavaleiros castelhanos, acreditando em sua própria superioridade e ignorantes do terreno, resolveram atacar. O triunfo português em Aljubarrota, uma fonte de honra para todos, incluindo os atuais portadores do nome de família CARVALHO, não só preservou sua independência nacional, mas também marcou a supremacia política das classes burguesas de Portugal, que tinham preparado e feito a revolução de 1383 e escolhera a João de Aviz como rei, demonstrando a vantagem da infantaria, organizadas de maneira democrática, que lentamente iam anulando o valor da cavalaria medieval.

O sobrenome CARVALHO, pertencente a uma antiga família portuguesa, é classificado como sendo de origem habitacional. Este termo se refere aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no lugar de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade, vila ou um lugar identificado por uma característica topográfica. No que diz respeito ao sobrenome CARVALHO, este é derivado do lugar de nome Carvalho, vila do distrito de Coimbra, aos pés da Serra de Carvalho.

Este sobrenome indica assim que o portador original era natural desta região onde se encontrava árvores de carvalho em abundância. O sobrenome CARVALHO se tornou muito popular, espalhando-se por toda a Península Ibérica. Na Espanha é encontrado na forma de Carvallo. Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registro de Pelagius Carvalis, que aparece como um dos assinantes de um documento relativo ao convento de monjas de Larvao, em 1131. Pesquisas continuam, e este nome pode ter sido documentado muito antes da data mencionada acima.

Portadores notáveis do sobrenome CARVALHO foram, entre outros: Alvaro de Carvalho, capitão português e governador da prade de Mazagão, que em 1552 a defendeu do ataque de um forte exército mouro; Amador Leal Carvalho, poeta português, citado em 1640; Delfim Carlos de Carvalho, Barão de Passagem, vice-almirante brasileiro, nascido em 1825; e Francisco Gomes de Carvalho, músico brasileiro nascido em 1847.

As armas descritas abaixo foram concedidas à família CARVALHO pelas autoridades apropriadas.

Uma das figuras muito admiradas e reverenciadas pelos portugueses, sem dúvida incluindo passados e atuais membros da ilustre família CARVALHO, é a Santa Elizabeth de Portugal (1271-1336), também conhecida como "A Pacificadora" e "A Rainha Santa". Filha de Pedro III de Aragão, ela foi chamada por sua tia, Santa Elizabeth da Hungria e foi casada com o rei Dinis de Portugal em 1282, um evento conhecido por alguns dos membros da família CARVALHO.

Elizabeth venceu a corrupção e prazeres da corte real, devotando sua riqueza e energia para atividades caritativas. Quando seu filho Afonso empreendeu uma rebelião contra seu pai, Elizabeth bravamente interpôs-se entre os exércitos oponentes efetuando a contento uma reconciliação. Verdadeira para com seu cognome "A Pacificadora", Elizabeth morreu em meio à rota para um campo de batalha, onde esperava conseguir a paz entre seu filho, o rei Afonso IV, e o rei castelhano Alfonso XI. De fato, os portadores do sobrenome CARVALHO podem gloriar-se na rica e colorida história de sua terra, Portugal.

BRASÃO DE ARMAS

De azul, com uma estrela de ouro de oito raios, encerrada numa caderna de crescentes de prata.

Tradução: Azul denota Fidelidade e Verdade. Ouro indica Nobreza e Generosidade. Prata simboliza Pureza.

TIMBRE: Um cisne de prata, membrado e armado de ouro, com a estrela do escudo no peito.

ORIGEM: Portugal