Esse blog é sobre a história da minha família, o meu objetivo é desvendar as origens dela através de um levantamento sistemático dos meus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares. Até agora sei que pertenço as seguintes famílias (nomes que por vezes são escritos de forma diferente): Ramos, Oliveira, Gordiano, Cedraz, Cunha, Carvalho, Araújo, Nunes, Almeida, Gonçalves, Senna, Sena, Sousa, Pinto, Silva, Carneiro, Ferreira, Santos, Lima, Correia, Mascarenhas, Pereira, Rodrigues, Calixto, Maya, Motta…


Alguns sobrenomes religiosos que foram usados por algumas das mulheres da minha família: Jesus, Espirito-Santo...


Caso alguém tenha alguma informação, fotos, documentos antigos relacionado a família é só entrar em contato comigo.


Além desse blog também montei uma árvore genealógica, mas essa só pode ser vista por pessoas que façam parte dela. Se você faz, e gostaria de ter acesso a ela, entre em contato comigo.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Jesus

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História

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  • Nome de invocação religiosa muito utilizado no nosso país que, com especial incidência a partir da segunda metade do século XIX, começou a ser adoptado como apelido, prática que foi seguida por um número sem conta de famílias diferentes, daí resultando existir em grande número famílias que o usa sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

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Armas

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  • Não têm

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Cargos e Profissões

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Cunha

 

Sobrenome encontrado em Portugal e Espanha, classificado como sendo um toponímico, pois tem origem geográfica, em documentos do século 12 a 14 existem registros da grafia Cuinha, Coinha e Coina. Vem de Cunha "rochedo isolado cuja forma lembra uma cunha". Uma tradição explica a existência de povoações com esse nome, e usual em diversas famílias, pelo fato de D. Paio Guterres, natural da Gasconha, mandar colocar 9 cunhas no castelo de Lisboa e por elas pôde subir com os seus, conquistando a cidade ( cerco de Lisboa 1147 ). Os Brasões dos Cunhas, em memória desse feito, possuem 9 cunhas. El-rei D.Afonso I concedeu-lhe o apelido por distinção. Dizem que os Cunhas de Portugal tinham o seu solar em Cunha, a velha, termo de Guimarães.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Nenezinho Transforma Municipio

 

Diário Oficial, julho 2003

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Valente: Prova no trabalho a força do seu nome


Nenezinho transforma município


O município de Valente é um dos que mais cresce na região do sisal e esse processo tem se intensificado nos últimos anos, graças à eficiência da
administração municipal e das parcerias com o governo do estado. Atualmente o município conta com doze indústrias, entre pequenas e médias, responsáveis por, aproximadamente, 1200 empregos. Essas e outras informações são do prefeito João José de Oliveira, mais conhecido
como Nenezinho.


Em termos de infra-estrutura urbana, a comunidade foi beneficiada, dentre outras realizações, com a pavimentação asfáltica da pista de pouso do aeroporto municipal, melhoramentos na feira livre, agora totalmente coberta, e no centro de abastecimento, além da construção do Centro Cultural Deputado Aroldo Cedraz. A prefeitura contabiliza cerca de 30 mil metros de pavimentação, servidos por drenagem. O sistema de energia elétrica foi levado a todo o município. As estradas vicinais são rigorosamente conservadas.


Em matéria de Educação, o ensino é uma prioridade em Valente. Segundo a secretária municipal da Educação, Márcia Campos, “Valente conta hoje com cinqüenta escolas municipais e nelas estudam seis mil alunos dispondo a merenda, transporte e reforço escolares. Temos ônibus e carros especiais para o transporte dos estudantes, da zona rural para a sede. Todas as escolas foram ampliadas e reformadas” - afirma.


A Secretaria de Ação Social atende a pessoas carentes com medicamentos, cestas básicas e outros auxílios, a exemplo de encaminhamento para exames e consultas médicas. A prefeitura implantou e mantém vinte e uma creches,
com um 1.365 crianças matriculadas. Segundo o prefeito João José de Oliveira, Valente só recebe R$ 1.568,00 para atender esse serviço, num convênio com a Secretaria do Trabalho e Ação Social (Setras), enquanto a prefeitura gasta R$36 mil para assistir, por mês, aquele contingente.


A Assistência às crianças é outro destaque conquistado pela prefeitura de Valente, firmando-se como referência em toda a região. Antigamente, um grande número delas encontrava-se fora da escola, sub - aproveitadas em outras atividades, inclusive, nas roças de sisal. Hoje o trabalho da prefeitura nessa área lhe valeu um registro nacional do Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil (Peti), graças à eficiência conquistada ao longo dos últimos anos, através da participação da sociedade local e da criteriosa aplicação de recursos financeiros.


Gozando de amplo conceito junto a sua comunidade por ter administrado o município com sucesso, entre 1993 e 1996, o prefeito Nenenzinho acumulou conhecimentos sobre a realidade municipal e experiência suficiente para resolver os problemas administrativos. Considerado a “capital do sisal”, o município tem mais de 20 mil habitantes e, territorialmente, é muito extenso.

Dispõe de um hospital municipal, cuja atuação, junto com mais duas clínicas médicas da cidade, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS) e devidamente equipados, atendem a população em diversas especialidades, de forma qualitativa. “No presente, as unidades hospitalares do nosso município recebem pessoas de toda a região saleira graças à qualidade do atendimento”, conta o prefeito.


A expansão urbana em Valente é reconhecida por todas, sobretudo no centro, onde está situado o comércio. Grande número de alvarás de construção e outros para abertura de estabelecimentos comerciais são concedidos
regularmente pela prefeitura. Todos testemunham as mudanças verificadas. A implantação de redes de distribuição de água em todo o município dispensou este ano os carros pipas.


Uma das industrias de Valente, a fábrica de calçados Via Uno, gera 800 empregos diretos e demonstra grande capacidade de expansão, gerando mais trabalho, renda e receitas públicas. Isso resulta em novas perspectivas para o
município, onde um melhor emprego custava uma passagem para São Paulo.

Os empenhos do prefeito e do seu filho, deputado Aroldo Cedraz, trouxeram esse importante investimento. João José de Oliveira informa ainda que um outro importante suporte do desenvolvimento do município, o Centro de Tecnologia do Sisal, está em fase de construção, devendo funcionar como laboratório científico para pesquisas da cultura do sisal e derivados. Também está em andamento a construção da estrada que liga Valente à Rodovia Lomanto Júnior, bem como o matadouro regional.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Nunes

 

Sobrenome de origem portuguesa classificado como sendo um patronímico, pois tem sua origem no nome próprio do fundador deste tronco familiar, Nunes é uma forma alternada de Nunez, o qual é o patronímico do nome Nuno, este nome deriva do latim Nunnus ou Nonius significando " Pai ".

domingo, 22 de abril de 2012

POPULARES, FAMILIARES E POLÍTICOS LOTAM O CLUBE UMBURANA PARA FESTEJAR O ANIVERSÁRIO DE NENENZINHO

Mais de mil pessoas, entre amigos e familiares, lotaram o salão de eventos do Clube Umburana, na tarde e começo da noite de sábado (21), na cidade de Valente, para homenagear o ex-vereador pelo município de Conceição do Coité em 1950 e ex-prefeito de Valente, por dois mandatos, João José de Oliveira, conhecido por Nenenzinho, que completou 87 anos de idade.

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Nenezinho chegou ao Clube Umburana ás 15h47, ao lado de um grande e eterno amigo, Arnor Carneiro Araújo, que é lembrado no livro “contando 40 contos”, onde narra a dificuldade para extrair um dente, pois na década de 50, por falta de um profissional, foi dentista charlatão e “Seu Arnor”, foi um dos seus clientes. Também acompanhavam o aniversariante , vereadores, dos prefeitos de Valente, Ubaldino Amaral e de São Domingos, Izaque júnior, dos deputados estaduais Mário Negromonte Júnior (PP), Carlos Ubaldino (PSC) e o deputado federal José Carlos Araújo (PR) e um grande número de amigos que vieram de outros municípios.

Ao perceber a disposição e alegria do homenageado, a jovem Marília Santiago de Oliveira, 17 anos, neta João Ferreira de Oliveira, residente na região do povoado de Valilândia, disse ao CN que estava acostumada a vê as pessoas atingirem a terceira idade como vegetasse. “Digo isto porque chega o cansaço, a doença, o desanimo, dentre os males peculiares a velhice, porém seu Nenenzinho é uma exerção e aos 87 anos é exemplo de força e vitalidade”, falou Marí, como é conhecida a jovem.

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Muito assediado, o aniversariante do dia era abraçado e que, quase com um coral, todos lhe desejavam felicidade e muitos anos de vida. Ao final do evento, Nenezinho disse ao CN que é feliz em tudo que faz, pois pratica as regras do amor, da verdade, do bem a da honestidade com dignidade.

“Fui comerciante bem sucedido, fui e sou pecuarista apaixonado com razoável desempenho e dedicação. Tenho um numero considerável de afilhados, compadres e amigos. Aqui cheguei no dia no dia 21 de abril de 1925 e aqui estou e quero ficar ate o dia que a saúde permitir. E quando morrer quero levar no meu caixão um saco de pelo menos 1 kg de terra de Valente”, brincou.

“Sei que não mereço tanto, levo neste dia duas coisas no meu coração. Uma lembrança e uma magoa. A lembrança destas homenagens inesquecíveis e a magoa porque não ter como agradecer a altura aos senhores tamanha homenagem”, finalizou.

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Pai de seis filhos, sendo duas mulheres, Zélia e Maria José e quatro homens, Eduardo, Gildo, Zenóbio e Aroldo Cedraz de Oliveira, filho mais velho que nasceu em  26 de fevereiro de 1951,  magistrado, exerceu três mandatos de deputado federal, foi Secretário de Indústria e Comércio da Bahia entre 2000 e 2002 e com a aposentadoria do ministro Adylson Motta em 2006, coube a Câmara dos Deputados indicar o substituto a vaga. Para a eleição de prefeito de Valente em outubro, um dos nomes cotados é Zenobio Cedraz e atualmente o vice-prefeito do município é Eduardo Cedraz, o caçula dos homens.

Coube a Gildo Cedraz falar em nome da familia e ao iniciar seu pronunciamento, destacou a importância do evento e o exemplo de pai, avô, bizavô e de amigo que Nenenzinho externava com seu modo de viver e falou sobre sua mâe, Mariá Cedraz,  que a chamou de esteio da família. Segundo Gildo Cedraz, todos os filhos tiveram oportunidade de abraçar Nenenzinho neste dia importante, com exerção de Maria José, que se encontra em viagem á Itália.

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Zenobio Cedraz, outro filho de Nenezinho, disse que seu pai é uma grande benção que Valente recebeu assim que nasceu e sua popularidade é por causa dos trabalhos ao longo dos anos e isto vem melhorando os índices do município em todos os setores.

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O homem lúcido, inteligente e agradável, nos últimos quatro anos viveu muitas emoções. A primeira grande realização, em 2008, foi lançar um livro em Salvador no Clube Espanhol, na oportunidade centenas de amigos de diversas regiões do estado foram adquirir a edição e levar seu autógrafo. E para quem pensou que foi o primeiro e último, se enganou. Segundo ele, os textos já foram rascunhados, mas está lhe faltando tempo para organizar e preparar a segunda edição que deverá acontecer no próximo ano.

Na condição de destaque entre os maiores criadores de jumento da raça “Pêga” foi convidado para receber um prêmio em Belo Horizonte. Também pela criação do animal, recentemente recebeu a visita em sua fazenda de uma equipe do Globo Rural. Também no setor agropecuário se destaca entre os maiores criadores do Brasil da raça de ovinos Santa Inês.  Mas a sua maior realização pessoal foi em janeiro de 2011 quando foi convidado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) para ir a Brasília, receber a Comenda do Mérito Farmacêutico. A solenidade aconteceu dia 20 de janeiro, dia do farmacêutico, no auditório do Memorial JK para uma platéia de mais de quinhentos convidados para assistirem a entrega do Mérito a 27 pessoas de vários estados brasileiros, dentre eles o baiano de Valente, “Nenenzinho”.

Em Valente, Nenezinho foi recentemente condecorado com a medalha cívica José Mota Araújo, primeiro prefeito de Valente. “Esta medalha é um símbolo de dedicação e competência administrativa, que para mim é motivo de muito orgulho”, falou ao CN.

Homem de boa melhora, Nenenzinho, ao falar para equipe do CN, plagiando Geraldo Vandré disse preparássemos os nossos corações para as coisas que ia contar e começou dizendo que não era digno de tamanha homenagem e se emocionou ao lembrar dos seus pais José João e Emilia, casal cheio de muito amor e diante daquela circunstância, ele nasceu dotado de amor, paixão e ciúme e que desde cedo dedicou sua vida a Valente, quando ainda pertencia a Conceição do Coité e acompanhar seus passos ate hoje. “Lembro-me das primeiras casas construídas por Posidônio Ramos de Oliveira, que era avô e o seu irmão, meu tio Vicente Feliciano de Oliveira. Lembro-me do inesquecível tanque velho, hoje centro da cidade e do capim gramado onde se construiu o povoado, dos escombros da 1° capela, da construção da atual igreja, do caldeirão raso, da construção do açude, das primeiras ruas, do seu bioma regional e do seu povo, sem esquecer as suas dificuldades, de sua pobreza, dos seus sofrimentos, do seu atraso e do seu abandono pelo poder público. Lembro-me do seu atraso físico social e econômico”, externou Nenenzinho aos amigos que lotavam o clube e a todo instante era interrompido pelos aplausos.

Para o deputado Marcos Negromonte, Nenezinho é um homem de visão e foi muito importante comemora esta data, pois ele já fez muito por Valente, principalmente pelos mais necessitados e suas ações melhoraram a vida das pessoas.

O deputado José Carlos Araújo lembrou que os 87 anos de Nenezinho foi dedicação a família e ao município e parte da história de Valente foi escrito ele. José Carlos citou que a prova da boa educação familiar de Nenezinho é a formação do ex-deputado Aroldo Cedraz, que se destacou no Congresso e hoje se destaca no Tribunal de Contas da União. O social Cristão Carlos Ubaldino, fez um “pregação” sobre a vida do político e pecuarista e afirmou que Nenezinho é um patrimônio desta terra.

Ao chegar o momento da fala dos prefeitos, Izaque Júnior reconheceu o carinho que Nenenzinho sempre demonstrou pela sua comunidade, quando ainda pertencia a Valente e Ubaldino lembrou os avanços que o município de Valente teve nestes dezesseis anos, iniciado por Nenezinho, que administrou o município por oito anos e depois por ele, mais oito.

Um dos momentos mais emocionante da festa foi quando a família se juntou para cantar os parabéns e depois os convidados consumiram cinco mil espetinhos de carne e duzentas caixas de cervejas que foram doadas pelos seus amigos.

Nenenzinho na Globo – Conhecido pela histórias que gosta de contar nas rodas de amigos, recentemente Nenezinho participou do programa Globo Rural, onde contou a história dos tempos que o transporte de mercadorias e de pessoas eram pela estrada de ferro de ia de Salvador à Juazeiro da Bahia. As mercadorias chegavam às cidades onde haviam estações de trem e de lá iam para as outras cidades da região, transportadas em carro de boi ou lombo de burro e a demanda de animais para fazer esse transporte era grande, foi aí que seu pai, José João de Oliveira, mais conhecido como “Pai Nenê”, um comerciante com visão, que tinha bons relacionamentos com as firmas de Salvador, que abasteciam o interior do estado, desde ferragem ferragens a tecidos e medicamentos. Em 1930 José João, resolveu comprar um jumento de fora, para produzir animais melhores para as suas tropas e se tornou um grande criador de jumentos Pêga da Bahia, aqui na Bahia.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Santos

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SANTOS: De origem portuguesa.

Armas: Cinco flores de Liz, em cruz, sobre campo vermelho.

terça-feira, 20 de março de 2012

Souza

 

Sobrenome Português, dizem que de um filho o rei Don Dinís I de Portugal, do século XI. Proveniente do Souça ou Sousa, o ramo castellano passou a usar-lo com Z.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Valente - BA

 

Histórico

 
O território integrava primitivamente o Município de Conceição do Coité.
Segundo a tradição, havia no local denominado Caldeirão onde se encontra a Sede Municipal, uma fonte que servia de parada para os boiadeiros dar água a seus rebanhos.


O povoamento teve início em volta da citada fonte a partir da chegada de boiadeiros vindos de outras regiões a fim de domarem um touro que havia se desgarrado da manada, os mesmos começaram a fixar-se no local. Formou-se o Povoado Caldeirão do Boi Valente.

Mais tarde mudou-se a denominação para Caldeirão do Valente, e finalmente para Valente quando da criação do distrito em 1900.

Gentílico: valentense


Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Valente em 1900. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Conceição do
Coité o distrito de Valente.  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. Elevado à categoria de município com a  denominação de Valente, pela lei estadual nº 1016, de 12-08-1958, desmembrado de Conceição do Coité. Sede no atual distrito de Valente ex-povoado de Caldeirão do Valente. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-04-1959. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 

terça-feira, 6 de março de 2012

Oliveira

 

Sobrenome de origem toponímica, tomado à alguma propriedade onde se cultivam oliveiras. De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Vem esta família de Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72). Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Bento de Oliveira [- 1657, RJ], que deixou descendência do seu cas. no Rio, em 1617, com Ana de Sampaio, n. no Rio, onde fal. em 1654 (Rheingantz, III, 35). Rheingantz registra mais 47 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro. Antiga e importante família, de origem portuguesa, estabelecida em São Paulo, com ramificações na Vila de Santos, SP, à Angra dos Reis, RJ, que teve princípio no Cap.-Mor de São Vicente (1538) Antônio de Oliveira, de Portugal, Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, primeiro lugar tenente do Donatário Martim Afonso de Sousa [1538-1542 e 1549-1552]. Deixou vasta descendência, do seu cas., em Portugal, com Genebra Leitão de Vasconcellos, n. em Portugal. Deste casal descendem os Oliveira Gago. Entre seus descendentes, registra-se Matias de Oliveira Lobo, de quem descendem os Oliveira Lobo (v.s.), de São Paulo. Ainda em São Paulo, de origem portuguesa, a importante família de Rafael de Oliveira, «o Velho» [1572, Portugal - 1648, SP], filho de Maria Gonçalves. Deixou numerosa descendência de seus dois casamentos: 1.º, com Paula Fernandes, com a qual teve seis filhos, abastados fazendeiros no sertão de Jundiaí; e 2.º, com Catarina de Figueiredo d'Horta [- 1621, SP], matriarca de um dos ramos da família Horta (v.s.), de São Paulo, que por este casamento, descendem os Oliveiras e os Oliveira Horta (v.s.), de São Paulo. No Rio Grande do Sul, entre as mais antigas, a de Domingos Fernandes de Oliveira, que deixou geração, por volta de 1734, na Colônia do Sacramento, com Quitéria Maria de Santo Inácio. Ainda, no Rio Grande do Sul, a importante família Souza de Oliveira, à qual pertence Francisco de Souza de Oliveira [c.1730, Colônia do Sacramento -04.10.1792, em sua estância em Gravataí, RS]. Era irmã de Eufrásia Maria de oliveira, que por seu casamento foi a matriarca da família Gomes de Carvalho (v.s.), do Rio de Janeiro. Francisco de Souza de Oliveira deixou numerosa descendência do seu cas., a 27.01.1766, em Viamão, RS, com Rosa Maria Seria [c.1751, Rio Grande, RS -], filha do Capitão de dragões Antônio Pinto da Costa e de Teodósia Maria de Jesus. Foram antepassados, entre outros: I - do neto, o conselheiro Cândido Batista de Oliveira [08.02.1801, Porto Alegre, RS -], Professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Diretor da Revista Brasileira, em sua 1ª fase, de 1857 a 1861. Ministro de Estado). Deixou geração do seu cas. com Ana Chagas; II - a neta, Antônia Cândida de Oliveira [c.1813, Porto Alegre, RS -[, cas. com o alferes Marco Antônio de Azeredo Coutinho Ramos de Montaury, da importante família Montaury (v.s.); III - o bisneto, Luiz Plínio de Oliveira [06.07.1834 - 24.05.1909], que por seu casamento, tornou-se patriarca da família Torres de Oliveira (vs.), do Rio de Janeiro. Em Goiás, entre outras, registra-se a do alf. Luiz Antônio de Oliveira, nat. do Porto, que deixou geração, em Pirinópolis, do seu cas., por volta de 1775, com Maria Teodora do Nascimento, meiapontense (JJ., Pirinópolis, II, 259). Na Paraíba, entre as mais antigas, a de João Gonçalves, que deixou descendência do seu cas. com Beatriz de Oliveira, nat. da Paraíba, do princípio do séc. XVII. Em Pernambuco, entre as mais antigas, a de Julião de Oliveira, nat. de Lanhoso, Guimarães (Portugal), que teve mercê do Hábito da Ordem de Aviz [1649], pelos serviços prestados em Pernambuco. Deixou geração do seu cas., em Porto Calvo (PE), com Maria de Abreu, filha de Francisco Camelo de Andrade. Em Minas Gerais, entre muitas, a do Guarda-Mor João Batista de Oliveira [Freg. de Santa Luiza, Portugal -], filho de Romão Dias, nat. de Portugal, e de Catarina Batista de Jesus, nat. da Vila de Santa Cruz, na Ilha da Madeira. Deixou numerosa descendência, por onde correm os sobrenomes Oliveira e Oliveira Fontoura, em Minas Gerais, do seu cas., c.1745, com Ana Rosa da Fontoura, nat. da Freg.ª de N.S. do Rosário do Recife, Pernambuco. Filha de Manuel Pinheiro e de Inês Rodrigues de Oliveira Fontoura, patriarcas da família Pinheiro da Fontoura (v.s.), de Minas Gerais. Foram pais, entre outros, de Belchior Pinheiro de Oliveira [06.01.1748, Vila do Príncipe [(Serro), bisp. de Mariana, MG -], que serviu de Escrivão da Comarca dos Diamantes do Serro do Frio. Na Bahia, entre muitas, ver a família Oliveira Junqueira. Linha Indígena: No Rio de Janeiro, entre outras, registra-se a de Mateus de Oliveira, que deixou geração, por volta de 1662, com Catarina, «índia da terra» (Rheingantz, III, 40). Linha Africana: Sobrenome também adotado por famílias de origem africana. Na Colônia do Sacramento a de José de Oliveira, «pardo forro» [filho de Gonçalo de Oliveira e de Luzia, sua escrava], que deixou geração, em 1754, com Eugenia Maria «parda forra» [filha de João Francisco e de Antônia de Souza, «preta forra»] (Rheingantz,Col., 3). Em Minas Gerais, por exemplo, Alexandre Patrício de Oliveira, «pardo forro», nat. de S.J. d’El-Rei, filho de Domingos Rodrigues de Oliveira e de Serafina Cordeiro, deixou 5 filhos, nascidos em Campanha (MG), de seu cas. com Inácia Pereira «parda forra», filha de Francisco Pereira de Mendonça e de Vicência Maria de Andrade (Monsenhor Lefort - Campanha). Linha Natural: Em São Paulo, por exemplo, Antônio Tomaz de Oliveira, nat. de Guaratinguetá, «filho natural» de Maria Antônia de Jesus, foi cas. em 1813, Itajubá (MG), com Maria Antônia da Silva, nat. de Guaratinguetá (Monsenhor Lefort - Itajubá). Cristãos Novos: Sobrenome também adotado por judeus, desde o batismo forçadoà religião Cristã, a partir de 1497. (Wolff, Dic.I, 146). Registra-se, por exemplo, Rachel de Eliau Jesurun d'Oliveira [c.1727-], que foi casada, em 1749, com Davi de Aron de Samuel Sarphati Pina, bisneto de Aharon Sarfatti, patriarca desta família Sarfatti (v.s.), de Pernambuco (Wolff, VI, 17). Linha de Degredo e Cristão Novo: Registra-se, no Auto-de-fé celebrado na Igreja do Convento de São Domingos de Lisboa, a 09.01.1633, a condenação de quatro (4) anos de degredo para o Brasil, de Catarina de Oliveira, cristã nova, natural de São Martinho, Couto de Alcobaça, moradora em Lisboa, por se casar segunda vez (bigamia) sendo vivo o seu primeiro marido. Nobreza Titular: Em Mato Grosso, registra-se a família do Brigadeiro honorário João Batista de Oliveira [?, Cuiabá, MT - 14.05.1879, ídem], filho do Major do Exército Antônio Bernardo de Oliveira, português, e de Ana d'Alincourt, portuguesa. Neto paterno de Hermenegildo Alves de Oliveira. Neto materno de Luiz d'Alincourt, membro da importante família francesa Alincourt (v.s.). Foi agraciado com o título [Dec. 20.05.1863] de barão de Aguapeí [Serra onde nascem os rios Alegre e Aguapeí, distante 14 léguas a S.E. de Cuiabá, Mato Grosso]. Deixou geração do seu cas. na família Alves da Cunha (v.s.), de Mato Grosso. Importante família, de origem portuguesa, estabelecida em São Paulo, para onde passou Estanilau José de Oliveira [Portugal - 1826, São Carlos, SP], professor jubilado de retórica de São Paulo, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Maria Joaquina de Araújo [- 1842, vila de S. Carlos, SP], filha de José Ribeiro do Prado e de Ana de Araújo (SL, VII, 299). Entre os seus descedentes, cabe registrar: I - o filho, José Estanilau de Oliveira [05.03.1803, SP - 04.09.1884, Rio Claro], alferes do regimento de caçadores [1826], agraciado, sucessivamente, com os títulos de [Dec. 30.05.1867], barão de Araraquara, que foi elevado para [Dec. 19.07.1870] o de Visconde do Rio Claro. Chefe do partido liberal no Rio Claro, em cujo município era proprietário de importante fazendas de cultura de café. Deixou geração do seu cas., com Elisa de Mello Franco, integrante da importante família Mello Franco (v.s.), de Minas Gerais; II - o neto, Estanilau José de Oliveira (2.º) [1829 - 29.05.1902], filho do anterior, importante fazendeiro com cultura de café no Município de Anápolis. Foi agraciado com o título [Dec. 28.02.1885], de barão de Araraquara. Deixou uma prole de 10 filhos, do seu cas. com sua prima legítima, abaixo denominada; III - o neto, Dr. Luiz José de Mello e Oliveira [25.02.1837, Campinas, SP - 08.03.1901, São Paulo, SP], bacharel em Direito, pela Faculdade de São Paulo [1862], que foi agraciado com o título [Dec. 28.03.1885], de barão de Melo e Oliveira. Deixou geração do seu cas. com Ana Flora Vieira Barbosa [25.02.1849, Santos.SP - 17.05.1900, São Paulo, SP], baronesa de Melo e Oliveira, filha de Antônio José Vieira Barbosa, membro da família Vieira Barbosa (v.s.), de São Paulo; IV - o neto, Coronel João Batista de Mello e Oliveira, diretor do Banco União de São Paulo, Senador Estadual e Vice-Presidente do Estado de São Paulo [1905]; V - a neta, Maria Joaquina de Oliveira [- 26.04.1926], que, por seu casamento na família Aguiar e Barros (v.s.), de São Paulo, tornou-se, em 1880, a 2.ª baronesa de Piracicaba; VI - a neta, Amália Carolina de Oliveira [1830, Campinas - 01.10.1910, SP], que por seu casamento, em 1847, na família Borges, de São Paulo, tornou-se, em 1889, a baronesa de Dourados, e a matriarca da família Oliveira Borges (v.s.), do mesmo Estado; VII - a neta, Amélia Cândida de Oliveira da Luz [1840 - 27.12.1908, São Paulo, SP], que, por seu casamento com seu primo, denominado acima, tornou-se, em 1885, baronesa de Araraquara; VIII - a neta, Ana Carolina de Melo e Oliveira [05.11.1841 - 05.10.1945, São Paulo, SP], que por seu cas., a 23.04.1863, com, com um membro da família Arruda Botelho (v.s.), de São Paulo, tornou-se a condessa do Pinhal; e IX - a neta, Eudóxia Henriqueta de Oliveira [bat. 24.06.1836, Campinas, SP - 05.02.1874, ídem], que foi cas., a 23.06.1851, na importante família Cunha Bueno (v.s.), de São Paulo. Eudóxia, faleceu antes que seu marido fosse agraciado com os títulos de barão de Itaquari [1887], barão da Cunha Bueno [1887], e, finalmente, visconde da Cunha Bueno [1889]. Importante família, de origem portuguesa, estabelecida em Pernambuco, para onde passou Manuel Inácio de Oliveira [Braga - 25.06.1875, Lisboa], negociante matriculado na praça do Recife, filho de Antônio José de Oliveira e de Antônia Maria Moreira. Cavaleiro da Ordem de Cristo. Foi agraciado com o título [Dec. 22.07.1867] de barão de Ouricurí. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas - detalhes adiante. Deixou importante descendência do seu cas. com Mariana Bernarda d'Almada [Ipojuca, PE -]. Foram pais, entre outros (11 filhos): I - o filho, Felisberto Inácio de Oliveira [PE - 22.10.1870], negociante matriculado, que foi agraciado com o título [Dec. 22.06.1867] de barão de Cruangí. Teve mercê de Carta de Brasão de Armas - detalhes adiante. Foi casado com Maria Joana Lopes de Araújo [1850 -], da importante família Lopes de Araújo (v.s.), do Rio Grande do Sul, que tornou-se baronesa de Cruangí, perdendo este tratamento, por haver casado novamente com o barão de Pinto Lima; e II - Francelina de Oliveira, casada, primeiro, na família Timm (v.s.), e segundo, na família Wild (v.s.). O barão de Ouricuri, chefe desta família, parece ter vindo com um irmão, Francisco Antônio de Oliveira, que tirou Carta de Nobreza, justificando sua ascendência, em 10.1846 (Boulanger - Archivo da Nobreza do Brasil). Família estabelecida no Maranhão, à qual pertence José Antônio de Oliveira, que deixou geração do seu cas., por volta de 1850, com Maria Segeins. Foram pais de José Joaquim Segeins de Oliveira [17.06.1858 - 22.05.1929], abastado agricultor e criador de gado no Maranhão, nas propriedades que herdou de seu progenitor. Foi agraciado com o título de barão de Itapari [12.05.1888]. Deixou geração do seu cas. com Hortência Sales, falecida depois de 1929, baronesa de Itapari, filha de importante família da Ilha da Madeira. Seus descendentes assinam Itapari, como sobrenome da familia. Registram-se, ainda: I - Luiz Antônio de Oliveira, que por Decreto de 29.09.1883, foi agraciado com o título de barão de Trontaí; II - Manuel Claudiano de Oliveira, que foi agraciado, a 11.10.1848, com o título de barão de Mogi-Mirim. Foi casado com Balbina de Toledo. Heráldica: I - um escudo em campo vermelho, com uma oliveira verde, arrancada de prata, frutada de ouro. Timbre: a oliveira do escudo; II - Moderno: um escudo em campo vermelho, com uma oliveira de verde, perfilada e frutada de ouro e arrancada de prata. Timbre: a oliveira do escudo; III - De Domingos Joanes: um escudo em campo azul, com aspa de prata, acompanhada de 4 flores-delis de ouro; IV - dos Oliveira-Silva: um escudo partido: o primeiro, em campo de ouro, uma oliveira verde frutada de negro; o segundo, em campo vermelho, um leão de prata, armado de ouro. Timbre: uma flor-de-lis de azul (Armando de Mattos - Brasonário de Portugal, II, 53); Brasil Heráldico: V - Manuel Inácio de Oliveira, barão de Ouricurí, citado acima, ramo de Pernambuco. Brasão de Armas datado de 30.08.1867. Registrado no Cartório da Nobreza, Livro VI, fls. 86: um escudo em campo de prata, partido; ao primeiro quartel, uma oliveira de sinople com frutas de ouro; ao segundo quartel, três faixas de azul, com uma abelha de ouro em cada uma. Coroa de barão. Timbre: uma cruz de goles florida e aberta; VI - Felisberto Inácio de Oliveira, barão de Cruangí, citado acima, ramo de Pernambuco. Carta de Brasão de 30.08.1867. Registrada no Cartório da Nobreza, Livro VI, fls. 87): armas igual a de seu pai, o barão de Ouricuri (Sanches Baena, II, 201, 223); VII - Antonio Joaquim de Oliveira [Lisboa-], que em 1774 era Capitão de Mineiros de Artilharia na Cdade do Porto, quando foi nomeado por D. José I, a Tenente-coronel e Lente da Aula do Regimento de Artilharia do Rio de Janeiro, conforme se nota na Comunicação enviada em Ofício de 18.09.1774, do Ministro da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo e Castro, ao Vive Rei Marques do Lavradio. Coube-lhe, como Lente da recém-criada Real Academia, instalar a nova Escola na Casa do Trem de Artilharia, contígua ao Quartel do Regimento de Artilharia, na Ponta do Calabouço. O Tenente-coronel Oliveira permaneceu nestas funções até 1795, quando já Coronel, foi dispensado por motivo de saúde, sendo substituído por José de Oliveira Barbosa. Coronel - antes de 1795. Promovido a Brigadeiro Graduado em 13.05.1808. Filho de Francisco José de Oliveira e de Maria Joaquina de Miranda. Neto paterno de Braz de Oliveira e de Maria Madalena. Neto materno de Antonio de Miranda e de Ana Joaquina. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas - detalhes adiante; VIII - Francisco Antônio de Oliveira, que tirou Carta de Nobreza, justificando sua ascendência, em 10.1846 (Boulanger - Archivo da Nobreza do Brasil).

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Almeida

 

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História

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  • Almeida é um apelido de origem toponímica que provém de uma aldeia chamada de Almeida fundada pelos anos de 1223 e 1245 no julgado de Azurara da Beira, actualmente concelho de Mangualde, por João Fernandes, filho de Fernão Canelas, senhor das quintas do Pinheiro e de Canelas, na freguesia de Mangualde.
  • No século XVII, esta aldeia passou a chamar-se Almeidinha, sobre a qual foi criado o título de barão e visconde de Almeidinha concedido aos Amarais Osórios.
  • À família de Almeida pertencem grandes vultos da História de Portugal, de que são exemplo D. Francisco de Almeida, vice-rei da Índia e Duarte de Almeida, o Decepado, herói da batalha de Toro, a Marquesa de Alorna, etc.

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Armas

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  • De vermelho, uma dobre-cruz acompanhada de seis besantes, tudo de ouro, com bordadura do mesmo.
  • Timbre: uma águia estendida de negro, carregada de nove besantes de ouro, três no peito e rês em cada asa, ou de vermelho também carregada de nove besantes de ouro.

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Casas

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Palácio dos Marqueses de Lavradio, Lisboa

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Ramos Familiares

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  • Almeida Campos
  • Almeida Coutinho e Lemos
  • Almeida e Silva
  • Almeida e Vasconcelos
  • Almeida Fernandes
  • Almeida Garrett
  • Almeida Loureiro e Vasconcelos, de Viseu
  • Almeida Osório
  • Almeida Pessanha
  • Almeida Ribeiro
  • Almeida Santos
  • Almeida Trigoso
  • Almeida, marqueses de Abrantes
  • Almeida, marqueses de Lavradio
  • Mendes de Almeida, condes de Caria
  • Sousa Almeida, barões de Água-Izé

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Personalidades

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Títulos, Morgados e Senhorios

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Cargos e Profissões

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Gordiano

 

Origem do sobrenome Gordiano, país de origem: Italia

Nobreza Patrizi

A família Gordiano é muito antiga e nobre, um nativo do castelo de Barbiano, transplantadas em Ravena, em 1409, os nomes de seus membros são especialmente lembrado em contratos para a compra de terrenos e casas. Isso inclui personagens ilustres, família de alta virtude, mas a escassez de escritos nos séculos antigos priva-nos de que ... continua

Infelizmente pelo restante só pagando… Se alguém tiver me avisa…

http://www.heraldrysinstitute.com/cognomi_italiani.php?lang=pt&time=1301444505&cognome=Gordiano

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sousa - Souza

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História

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  • Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.
  • Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, D. Maria Pais, chefe da linha primogénita, e D. Inês Lourenço, a secundogénita, vieram a casar respectivamente com D. Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de D. Afonso III, e com D. Martim Afonso, meio-irmão daquele.
  • De D. Maria Pais e D. Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões
  • De D. Inês e D. Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele D. Martim.

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Armas

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  • As armas primitivas dos Sousas eram de vermelho, uma caderna de crescentes de prata.
  • Os Sousas primogénitos, isto é, os de Arronches, usaram esquartelar as armas antigas do reino, isto é, de prata, cinco escudetes de azul em cruz, cada um carregado de cinco besantes do campo em aspa, com as referidas armas dos Sousas.
  • Mais tarde, no entanto, vieram a acrescentar aos primeiro e quarto quartéis as bordaduras de castelos das armas modernas de Portugal, com um filete negro em contrabanda, significando a bastardia de D. Afonso Dinis.
  • Os Sousas do Prado ou Sousas Chichorros conservaram nos seus primeiro e quarto quartéis as armas antigas de Portugal, usando os segundo e terceiro de prata, um leão de púrpura

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Ramos Familiares

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Personalidades

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  • João de Castro e Melo de Vasconcelos Ataíde e Sousa

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Títulos, Morgados e Senhorios

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Cargos e Profissões

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