Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/hotpage/hotpageBN.aspx?bib=313394&pagfis=64450&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader#
Esse blog é sobre a história da minha família, o meu objetivo é desvendar as origens dela através de um levantamento sistemático dos meus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares. Até agora sei que pertenço as seguintes famílias (nomes que por vezes são escritos de forma diferente): Ramos, Oliveira, Gordiano, Cedraz, Cunha, Carvalho, Araújo, Nunes, Almeida, Gonçalves, Senna, Sena, Sousa, Pinto, Silva, Carneiro, Ferreira, Santos, Lima, Correia, Mascarenhas, Pereira, Rodrigues, Calixto, Maya, Motta…
Alguns sobrenomes religiosos que foram usados por algumas das mulheres da minha família: Jesus, Espirito-Santo...
Caso alguém tenha alguma informação, fotos, documentos antigos relacionado a família é só entrar em contato comigo.
Além desse blog também montei uma árvore genealógica, mas essa só pode ser vista por pessoas que façam parte dela. Se você faz, e gostaria de ter acesso a ela, entre em contato comigo.
sexta-feira, 3 de junho de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
Maya o Amaya
Apellido de origen castellano, toponímico, de la provincia de Burgos, según información del genealogista Ocariz, "A ocho leguas de Burgos, cuatro de Aguilar de Campoo y tres de Villadiego, hubo en la antigüedad una ciudad muy importante que se llamó sucesivamente Patricia, Aregia o Varegia y finalmente Amaya". Aunque la ciudad desapareció como tal, quedó el nombre de su territorio. Se encuentra también en Navarra el apellido Maya, parece que distinto al linaje Amaya, pero trae las mismas armas, pudiéndose tratar del mismo linaje o descendiente de éste.
Escudo:
Escudo partido: el 1º, jaquelado, con nueve piezas de plata y nueve de sable, el 2º, de plata y dos lobos de sable. Bordura del 2º de gules con dieciocho aspas de oro.
Fonte: http://heraldicahispana.com/ApA/aaappp.php
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Sítio Simão – Fazenda Mucambo 1917
Data: 20 de Outubrode 1917
Imóvel: Parte de terra no Sítio Simão da Fazenda Mucambo
Vendedor: Antonio Victorino de Oliveira
Comprador: José Leoncio dos Santos
Obs: Essa escritura estava guardada em uma lata em posse da minha avó Sineide Ramos. Na lata ela guardava escrituras antigas de imóveis que pertenceram a família. Simão era uma das fazendas de Sineide Ramos.
domingo, 1 de maio de 2016
Almeida
segunda-feira, 25 de abril de 2016
A HISTÓRIA DE MARTINHA
A escrava Martinha cresceu em uma fazenda e, ainda muito nova, tornou-se mãe sem ao menos saber quem era o homem que chegava à noite em seu porão e, sem qualquer palavra, deitava-se ao seu lado, fazia sexo com ela e desaparecia na escuridão. Pouco tempo depois ficou grávida deste desconhecido. Ainda amamentando a sua criança, aos dois meses de idade do bebê, o mesmo foi tirado dos seus braços e vendido. Martinha, que ainda
amamentava, se torna então ama de leite de outras crianças da casa do dono.
Manuel era um homem rico para os padrões da época, proprietário de terras na região e residente em Coité.
Após negociações, com o dono de Martinha, que ao perceber o interesse de Manuel inflacionou o preço, ele conseguiu comprá-la por oitocentos mil réis, preço duas vezes maior do que o que se pagava por uma escrava da sua idade naquela cidade e época.
Manoel comprou Martinha e foram viver juntos. Logo depois da união, Martinha ganhou de presente do companheiro, uma fazenda onde começou a trabalhar plantando, colhendo e vendendo cereais e com o dinheiro arrecadado passou a comprar os irmãos que foi encontrando nas fazendas das redondezas, trazendo-os para viver próximos a ela, em sua fazenda.
Pouco tempo depois, para agradar a mulher, ele procurou, encontrou e comprou o filho dela, Saturnino. Apesar de já viverem juntos, a escritura só foi lavrada em 1870. O registro da compra dos dois escravos foi realizado no mesmo dia, conforme comprovam as duas escrituras, lavradas no livro número um que se encontra no cartório de Coité. Segundo Barreto, Manoel e Martinha se casaram em 23 de fevereiro de 1889, na Igreja Matriz de Coité e tiveram mais cinco filhos.
Parte desta história pode até ter saído da imaginação do escritor, que a ouviu de descendentes do casal Manuel e Martinha, que ainda vivem em Coité, mas o certo é que existem documentos comprovando a compra de Martinha e do seu filho chamado Saturnino pelo fazendeiro Manoel Cedraz, assim como as escrituras de doação das terras, aos filhos, na década de vinte do século passado, estão nos livros de registros do Cartório de Coité.
A existência do povoado do Maracujá aliado à história de Martinha demonstra que o comércio de escravos foi intenso na região sisaleira, fato que sempre foi negado por autoridades, mas foi provado com a descoberta de livros de registros, arquivados no Cartório de Registro Civil de Coité, onde estão assentadas muitas escrituras de compra e venda e cartas de liberdade de escravos.
Fonte: VOCABULÁRIO E REALIDADE EXTRALINGÜÍSTICA DAS
ESCRITURAS DE COMPRA E VENDA DE ESCRAVOS DA REGIÃO
SISALEIRA BAIANA, NILZETE CRUZ SILVA
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Origen del apellido Ferreira
Linaje proveniente de Portugal.
Escudo de Armas del Apellido Ferreira
De gules, cuatro fajas de oro.
domingo, 27 de março de 2016
Trio Elétrico Marabá
O Trio Elétrico Marabá , exatamente como “nasceu”, em 01 de abril de 1962:
Um velho Crevrolet emprestado pelo empresário Bento Eloy; instrumentos de percussão emprestados pelo Jazz Ari e, ainda, as quatro bocas de alto-falantes, também emprestados…
Na primeira foto vemos os fundadores do Trio:
Agachado, o Sr Orlando Amoedo Pinheiro, rádio-técnico; à sua direita, com o cavaquinho, o Sr Antonio Pinto, músico; e, ao lado deste, com o violão, o Sr Joaquim de Araújo Silva, que além de músico era comerciante. Por muitos anos esse trio animou os “Micaremes” de Coité, sendo extinto em 1987. Em homenagem ao saudoso Trio Marabá, foi criado recentemente pelo site Informe Coité, o Troféu Marabá, que irá premiar os artistas da terra, na Micareta.
A festa da Micareme em Coité, por tradição, sempre acontecia no sábado de aleluia, entretanto, por imposição da Igreja Católica foi aprovada uma Lei Municipal em abril de 1987 que alterava o nome para “Micareta” e transferia os festejos para o segundo domingo de Páscoa, e isto quase levou à extinção da festa…. Sorte dos coiteenses que há cerca de uma década a Micareta voltou a fazer parte do calendário de festas e, segundo dizem, é uma das melhores do interior baiano.
Por : Ediraci Silveira
quinta-feira, 24 de março de 2016
Origen del apellido Silva
No se conoce su origen con exactitud. Según algunos el fundador del linaje fue el Conde Don Pelayo Silvio que vivió a mediados del siglo X. Otros afirman que desciende de un pretor de Lusitania en la época de Nerón llamado Silvio. Para algunos proviene de Alderedo, príncipe godo que fue conde palatino con el rey Ramiro I, cuyo descendiente D. Gutierre Alderete de Silva sería en el siglo X el primero en llevar este apellido. Entroncan con casi todas las casas nobles de España.
Escudo de Armas del Apellido Silva
En campo de oro, un león rampante de púrpura coronado de oro. Algunos ponen el campo de plata y el león de gules.quinta-feira, 3 de março de 2016
Terras do Mucambo e Simão
Data: 18 de agosto de 1930
Não entendi muito bem o que está escrito nesta escritura. O que consegui entender é que o vendedor é Candido Martins Balata e o comprador Isaias Francisco de Andrade. Também percebi que se trata de terras nas terras do Mucambo e Simão. O nome de Leopoldino Ramos Gordiano, consta duas vezes na escritura, mas acho que como testemunha, não tenho certeza.
Obs: Essa escritura estava guardada em uma lata em posse da minha avó Sineide Ramos. Na lata ela guardava escrituras antigas de imóveis que pertenceram a família. Em algum momento essa casa deve ter passado a pertencer a familia.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
A micareme de Conceição do Coité
Falar da História de Conceição do Coité é uma tarefa difícil, não por falta de assunto, mas pela diversidade de temas a serem abordados. Sendo assim, escolhi analisar a origem de uma das festas mais populares do município: a micareta.
Talvez tenha lhe causado estranhamento a presença de duas nomenclaturas para o mesmo evento, mas micareme e micareta correspondem a mesma festa.
Tal festejo surgiu no ano de 1923, mas não consegui registros datados deste período, soube por meio de relatos orais, que durante os quarenta dias que antecediam o evento, nem mesmo os instrumentos musicais podiam ser manuseados, sendo então guardados a “sete chaves”. A micareme começava no sábado de Aleluia, tendo seu início decretado a partir das 10 horas da manhã, com o repicar do sino, foguetes, cânticos festivos e Missa solene. A população divertia-se ao som de marchinhas nas ruas, acompanhando o desfile dos mascarados, bem como dos cavaleiros.
Com o passar dos anos tudo foi modernizado, as ruas ganham iluminação festiva, começam a aparecer vendedores ambulantes, muda-se o repertório e vestes dos foliões; a cidade ganha outro grande trio, batizado como Traz amor. O poder público passa a investir na micareme trazendo atrações de peso vindas da capital.
A festa ganha uma nova cara, passando a movimentar a economia da cidade. Este período é de lucro certo para o setor de roupas e calçados, além de gerar renda para as inúmeras famílias que vão as ruas venderem drinks, lanches, enfeites, etc. É neste momento que aderem ao nome Micareta, desligando-se um pouco do passado, um novo tempo.
Esta é a realidade da sede do município, mas na zona rural podemos encontrar festejos semelhantes aos dos anos iniciais.
Por: Clarice Gomes
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Ramos
Muito espalhado por toda a península ibérica. Um ramo da familia veio a América. Meu espanhol não é muito bom então nem vou tentar traduzir…
No se conoce su origen con exactitud. Existen ramas en Asturias, Andalucía, Aragón y Murcia.
Algunos genealogistas, escriben que es originario de Asturias; otros del solar llamado Marzo, en Galicia; otros, de la montaña de Santander (Cantabria); otros de la casa de Zubiersa, denominación que no hemos encontrado que corresponda a este linaje o pueblo del mismo nombre, y otros, en fin de Aragón, de León, de Castilla y de Andalucía.
Los de Asturias y Andalucía: En campo de oro doce tortillos de azur puestos en cuatro palos de a tres. Bordura de plata con ocho ramas de sinople.
Los de Aragón traen: De oro, una carrasca de sinople y saliente del flanco diestro, un brazo vestido de gules, que con la mano, de carnación, pretende desgarrar un ramo de la carrasca.
Los de Brihuega (Guadalajara - Castilla) traen: De oro, tres ramos de sinople. Bordurade gules con cinco veneras de plata.
Los de Murcia traen: Cuartelado, 1º de oro, un águila de sable; 2º de plata, un brazo armado con un ramode sinople en la mano; 3º de gules, dos cabezas de moro; y 4º de plata, un pino de sinople sobre ondas de agua de azur y plata.
Outros levam: De plata, una cruz floreteada de sinople.
Otros Ramos, traen: En campo de oro, un águila, de sable, cargada de un escudete de plata, fajado de azur.
Radicado en Galicia, Asturias y Andalucía: En campo de oro, doce tortillos, de azur puestos en cuatro palos de a tres; bordura de plata, con ocho ramos, de sinople.
Otros Ramos de Aragón, traen: En campo de plata, una cruz floreteada, de sinople.
Radicado en Ponferrada (León), y extendido a Galicia y Asturias traen: En campo de sinople, tres osos andantes, puestos en palo, de sable.
Otros Ramos, traen: Sobre ondas de azur y plata, un crequier, de sinople.
Originario de Brihuega (Guadalajara): En campo de oro, tres ramos, de sinople; bordura de gules, con cinco veneras, de plata.
Originario de Teruel, y radicado en Armillas, Estercuel y Zaragoza: En campo de plata, un ramo, de sinople, puesto en abismo; bordura de oro, con ocho roeles, de azur.
Originario de Dueñas (Palencia), radicado en Valladolid: En campo de oro, tres bandas, de gules; bordura de oro, con cuatro ramos, de sinople.
Vecino de Villasandino: En campo de plata, un ciprés, de sinople, nurido y adiestrado de una torre, de gules.
Radicado en Córdoba: En campo de sinople, dos sacos, de oro, puestos en faja.
Radicado en Santiago de Chile: En campo de plata, dos árboles, de sinople, arrancados y frutados de gules, puestos en faja.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Casamento de Escravos
Enquanto procurava os casamentos da família, encontrei um registro de casamento de escravos que pertenciam a dois antepassados diferentes:
13 de Fevereiro de 1872
Vicente, escravo de José Gonçalves Pastor
Josefa, escrava de Joaquim Gonçalves Gordiano
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Fotos Antigas – Conceição do Coité
Próximo ao ponto de Salgadália, ao fundo a casa do Sr. Oldack
Trio Marabá em frente ao Mercado Municipal
Policiais de Conceição do Coité
Micareta de Conceição do Coité
Trio Marabá
Fonte: Facebook Maciel Mascarenhas
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Sobrenome: Maya
Maia - Sobrenome português toponímico primitivo Amaia, e com a preposição de , de Maia se fez da Maia. Vem do latim Maia nome da deusa da vegetação. Os Maias procedem de D. Mem Gonçalves de Maya, que foi o primeiro que tomou este apelido da terra de Maya, que ganhou dos Mouros, pai de D. Sueiro Mendes o Bom da Maya, descendente por varonia de el-rei D.Ramiro II, de Leão.
Fonte: http://www.benzisobrenomes.com/nomes/m.htm